REAÇÃO EM CADEIA - PARTE II


Leia o início dessa história (real) aqui

Continuação

Entrei no carro e me dirigi para a suíte de motel em que meu último cliente do dia me aguardava.
Um rapaz alto, cabelos e pele clara, magro e quieto. Entrei e me apresentei. Na dúvida do que era timidez ou nervosismo pela situação, puxei assuntos aleatórios e conversamos por um tempo, até que eu encontrasse a oportunidade que me levava até a sua boca. Agora sim as palavras não eram mais necessárias quando as mãos começavam a agir. Tiro a sua camisa e deslizo minhas mãos em suas costas subindo, descendo e voltando até a sua nuca, entrelaçando meus dedos nas poucas mechas do seu cabelo.

Fui vestida num vestido preto com saia rodadinha e nada por baixo, que era para facilitar a vida dele. Tirei o sapato de salto alto, e abaixei as alças do vestido descendo pelo quadril até me livrar da peça. Ele já me esperava nu e deitado, olhei fixamente em seus olhos enquanto escalava seu corpo, para em seguida, descer aos poucos fazendo pausas estratégicas. Descobrir pontos erógenos em cada corpo é uma missão que eu gosto de entrar. A minha boca trabalha com pequenos beijos úmidos até encontrar a sua rigidez exposto: um Senhor Pau. Os meus lábios encobriram a sua pele mais sensível e vagarosamente escorreguei a língua em sua extensão carnal. Observando sua respiração, me dediquei a degustar o momento.

Fui interrompida pela voz de Bruce na minha cabeça dizendo que desejava me ver chupando aquele cacete. Interrompi minha atividade e perguntei para ele se importaria de me filmar, ele acenou que não. Peguei o celular na mesinha ao lado, desliguei a música que tocava no Spotify e liguei a câmera. Com o aparelho nas mãos dele, foquei no meu alvo e me empenhei numa performance digna de Oscar Erótico – tá... menos.

Filmei alguns poucos minutos, guardei o objeto e fui retribuída agora com a boca dele que se deixou brincar na minha boceta. Depois me encaixei por cima e cavalguei observando a sua expressão ao ver seu membro desaparecendo dentro de mim. Ainda por cima, sentei nele de costas e deixei que a visão da minha bunda e dos meus quadris fazendo movimentos de sobe e desce continuasse a excita-lo. Me colocou de quatro e se enterrou bem fundo algumas vezes. Então voltamos para a posição inicial voltando a chupá-lo, até que a respiração acelerou e ele se desmanchou em porra que escorreu pelas minhas mãos que segurava a base. Uma bela gozada.


Cumpri o prometido a Bruce, saí de lá sem banho, sentindo a umidade lambuzar entre as minhas pernas. Ele me despiu e me jogou na cama me presenteando com a sua língua, era nítido como sentia prazer em me lamber depois de ser fodida por outro. Com ele encostado numa montanha de travesseiros e o cacete ereto, entreguei o celular com o vídeo que fiz e sentei nele também. Assistiu extasiado eu chupar outro cara enquanto, agora, o cavalgava. A sua cara era de pura perversão e não demorou para que ele também se deleitasse num orgasmo intenso.

No outro dia, aqueles orgasmos ainda renderia mais outro, agora, num cliente do Rio de Janeiro que atendo por ligação.

Continua...

...

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