Vale a pena a ver de novo

Adoro quando meus clientes de Tangará aparecem em Cuiabá e me liga para matar a saudade. Semanas atrás, tive a grata surpresa de encontrar um deles e hoje encontrei um outro. Ambos saem comigo há algum tempo, então matar a saudade é sempre de-li-ci-o-so!!!
Dessa vez fui reencontrar o Evangélico, um querido comigo como sempre. Nos encontramos num ponto  e fomos para o motel. Ele foi tomar um banho e eu aproveitei para fazer umas fotos. 

Saiu do banho e deitou na cama com um olhar de "não vejo a hora de você descer aqui". Prontamente tirei meu vestido e já sem nada por baixo, deitei por cima dele e busquei a sua boca, meu quadril dançava sobre o dele, devagarinho, de um lado para o outro.

Eu sabia que a "saudade" acumulada poderia fazer ele acabar logo com a brincadeira, então, mais uma vez devagarinho, desci até seu pau e lentamente o envolvi em minha língua, ora todo dentro da minha boca, ora só a cabecinha. Encapadinho no preservativo, sentei com a minha bocetinha quente e molhada em cima dele. 

- Ah Nina, sou louco pelo seu corpo, pela sua boca. 
- Aaaah Nina, vai devagarinho porque quero aproveitar mais.

E ao som de vários "Ah Nina" rebolei meu bumbum maldosamente enquanto meu corpo era apertado contra o seu e suas mãos corriam bagunçando meus cabelos.

Sentadinha ali, obediente ao seu pedido de "devagar", ele murmurou mais uma vez:
- Ai Nina, não aguento mais, quero gozar sua cachorrinha.

Eis que meu cliente Evangélico fala a sua primeira besteirinha no sexo "sua cachorrinha". Adorei e aumentei as investidas no seu pau. 

- Aaaaaah Nina, aaaaaaaah Nina...Nina... como nos velhos tempos!


Nina,
beijos

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