Aquele em que a gente saiu com uma garota trans

Quando Dr. B me chamou no whatsapp e disse que queria fazer algo diferente no próximo encontro que aconteceria dali alguns poucos dias, me adiantei e já pensei em putaria. Talvez eu pense mais em sexo do que deveria.

Em outro momento manifestei a vontade e a curiosidade de transar com uma mulher trans e ele sinalizou a possibilidade, então, quando li a frase “algo diferente”, minha mente libidinosa foi direcionada automaticamente para isso.

Na verdade, Dr. B tinha intenções bem inocentes das quais eu leria nas próximas linhas e me faria querer enfiar a minha cara dentro de um buraco imaginário: “eu estava pensando num cinema”.

Ok, ok. Cinema também está dentro das minhas possibilidades profissionais (hahaha). Bom, mas Dr. B levou a proposta da saída com a acompanhante trans adiante e lá fomos nós na aventura.

Deixei a responsabilidade da escolha por conta dele, mas ele foi gentil e me enviou alguns perfis para que eu decidisse. Do meu ponto de vista, já que contrataríamos, vamos escolher uma bem bonita e entre uma que era bonita e parecia ser mais simpática e uma bonita para caraleo, eu, que tenho uma parte de mim muito masculina, fui pela bonita pra caraleo.

Combinado a parte burocrática, só nos restou a ansiedade até chegar no grande dia. Não fiquei tão ansiosa assim, confesso que estava mais na curiosidade e talvez até com um olhar avaliador de quem espia a grama do vizinho.

Já atendi vários casais, criei a minha dinâmica que objetiva dar atenção igual aos dois e manter a coisa da fantasia do ménage. Não é fácil, exige jogo de cintura, percepção das trocas de olhares e leitura corporal, perceber os limites e afins.

E nessa experiencia com a trans, ela não saberia que eu também sou acompanhante, nós (Dr. B e eu) estaríamos como um “casal” que estava apenas saindo e experimentando algo diferente. 

Ao mesmo tempo que tinha um misto de espiona, também tinha algo que eu venho querendo há muito tempo com alguém: essa coisa da cumplicidade. Não é algo para fazer simplesmente para agradar o outro, é o lance de “vamos experimentar assim para ver o que rola”.

Bom, o fato é que B me buscou no shopping e de lá fomos ao motel encontrar a tão esperada convidada, entre a gente pairava um sentimento de saudade, não o lance romântico, mas desses momentos que você está com uma companhia agradável e pode conversar sobre vários assuntos que vai ser sempre uma conversa interessante.

E claro, a boa conversa, as trocas de algumas intimidades aproxima para um outro nível de conexão sexual, porque a gente sente que não está apenas transando com um corpo, mas com alguém que tem qualidades admiráveis e atraentes.

Intelectualidade é algo muito excitante para mim, já mencionei isso várias vezes aqui no blog. Não sei que nível de entretenimento intelectual consigo oferecer de volta, mas receber essas doses me agrada muito.

Voltando ao encontro, quando a senhorita L chegou na suíte, B e eu já estávamos num esquenta beijando o bastante para eu sentir o seu pau latejar, me mantive na minha calça jeans até que ela chegasse para poder abrir o portão e recebe-la de forma um pouco decente.

Chegou um tanto tímida, não me lembro muito de detalhes da roupa, só sei que era bege e bem sensual. Lindíssima, exatamente como no anúncio: morena com os cabelos pretos, lisos e longos, um olhar marcante por volumosos cílios, peitos siliconados lindíssimos, cintura fina, pernão, bundão e um pau muito bonito e na medida.

Sentou do outro lado da grande cama e dali tentamos interagir puxando assunto. O sonoro “sou tímida” na sua chegada de fato procedia. Era extremamente fechada, não perguntou nada da gente, nem os nossos nomes. A definição de robozinho que ouço tanto de alguns clientes estava materializado ali na minha frente.

Dr. B percebeu que não adiantaria tentar interagir verbalmente para que ela ficasse a vontade porque ela simplesmente não ficaria, então partimos para pegação. Para que perder tempo falando se a gente pode encher a boca com peitos e paus... aliás, dois, a minha disposição!

Não me lembro quem começou chupar quem, mas eu chupei tudo que eu podia. Passei a minha língua nos peitos maravilhosos dela, chupei seu pau que, com certeza, era lindo e delicioso. Em um momento, pedi que B me penetrasse de quatro para eu poder chupar ela ao mesmo tempo. E adorei isso.

Da mesma forma que adorei ver ela chupando o Dr. B, mas a minha vontade era ver ele comendo ela por trás, comeu, mas pouco, porque o pau dele é grosso e ela disse que estava doendo, então obviamente ele não insistiu.

Isso me intrigou de uma certa forma, porque ela é profissional e cu é seu principal orifício de penetração, logo, penso que sendo profissional, precisa ter algumas cartas na manga como técnicas para relaxar e posições.

Se não tá bom de um jeito, tenta outra posição, põe um lubrificante anestésico,  mas tenta... ela disse que de quatro era melhor e desistiu nos primeiros cinco minutos e ficou por isso mesmo.

Perguntei no início da brincadeira o que era chupável e penetrável, ela disse que pepeca ela não chupava, mas penetração faria, então fizemos. Sentei nela e cavalguei um pouco enquanto minha boca se ocupava com o pau do Dr. B.

Depois, pedi que ela me fodesse de quatro e para completar, B me chupou enquanto ela me penetrava, quase uma cena cinematográfica como disse Dr. B, mas valeu a pena, foi gostoso e ela gozou assim... uma trans gozou me comendo de quatro... guardem essa lembrança. Hahaha

No geral, faltou a tal da pegada, do fogo, a conexão... e não por falta de atributos físicos, Dr. B é um homem bonito, alto, educadíssimo e muito cauteloso na forma como trata o outro. E aí tem eu, que posso não ter o peitão, o bundão, o cabelão, mas sou simpática.

Fiquei me perguntando se já deixei faltar isso nos meus atendimentos, é um sentimento de frustração para quem tá do outro lado dessa relação contratual.

Depois do encontro, B e eu fomos ao cinema, durante o filme ficamos de beijinhos, mãos dadas, cabeças encostadas, típica cena de namoradinhos. Trocamos mais intimidade e cumplicidade dentro de uma sala de cinema do que em duas horas dentro de um quarto de motel.

Não é o ambiente ou a moeda de troca, no fim, é a entrega... o tanto que as pessoas permitem se entregar por uns instantes.

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