Sugadas e Sentadas

Ainda me surpreendo com algumas pessoas que me procuram, é como os antigos dizem: a gente morre e não vê de tudo. 

Atendi um cliente esporádico esses dias. Fomos ao motel. Não tem coisa pior para mim na profissão do que não lembrar nada de alguém que já atendi, mas acontece, ainda mais se foi uma única vez e bem basiquinho.

Entramos na suíte, ele colocou suas coisas em cima da mesinha e pediu licença para um banho, enquanto isso eu vasculhava na memória algo sobre ele, só sabia que tínhamos ido em outro motel porque mantenho registro no celular. 

Ele já estava nu e eu ainda não lembrava de nada, nem assunto eu estava conseguindo porque se eu perguntasse algo que já havíamos conversado, me entregaria, além do mais, ele parecia bem cansado, tinha motivo para isso, tinha acabado de chegar de outra cidade. 

Saiu do banho, veio para cama, eu já estava sem roupa também e então começamos com uns beijos leves... ele perguntou sobre a massagem tântrica, expliquei como funcionava, mas eu não tinha levado óleos de massagem, afinal, ele me contactou de última hora. 

Estávamos nas preliminares e nada do seu pau endurecer. Passo a língua aqui, passo ali, fico de quatro, de frente, faço massagem (dentro do possível) e nada. 

Até que ele disse: vamos tentar o oral de novo, chupa bem forte, passa os dentes. 
Oi? Se é isso que vai fazer o bonitão subir, então vamos!

Chupei mais forte, passei o dente pela cabeça (alguns leitores sensíveis podem estar se revirando agora)  e o lindo começou a querer endurecer, maaaaas, foi só quando eu dei uma sugada que daria para chupar sua alma por canudinho, que o ele finalmente ficou duro como concreto. 

Me pergunto porque essa criatura não me disse isso antes, mas ok, antes tarde do que ir embora sem ter um orgasmo gostoso metendo ferozmente na minha bundinha de quatro. E foi assim que ele foi feliz e eu também.

Muito diferente do meu atendimento mais recente. Um moreno levemente sexy que quando chegou estava com as mãos geladas de nervoso, mas depois de conversarmos um pouco, ele se acalmou e começamos uns beijos beeem gostosos, quando tirou a calça, seu pau já estava em posição de foguete.


E olha que o garoto dele fazia jus ao estereotipo negão do pau grande, não era só grande como grosso. Quando vi ele sem a cueca, pensei: coitadinha de mim. 

E lá fui eu sentar naquele membro que mais parecia o cabo do martelo. Cavalguei um pouco de frente para ele, depois de costas, em seguida ele veio de lado, depois de frente e quando ele quis vir de quatro.... 

Olha, poucas vezes nesses cinco anos de profissão eu arreguei e não arregaria agora. Mas ele ficou sensibilizado com a minha bundinha de quatro que já nem conseguia mais lubrificação natural porque estava desconfortável.

Daí ele veio de frente mais uma vez, a gente se encaixou melhor, ele meteu lá no fundo e soltou com uma gozada aliviante e relaxante.


CONVERSATION

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